sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Euribor, crédito e taxas fixas ou variaveis?

Eu percebo pouco ou mesmo nada de economia. Por isso as informações que vou colocar são copiadas do site do Jornal de Negócios online.
Embora não tenha graça nenhuma acho que pode ser útil a que pensa pedir algum empréstimo.
Aqui vai parte do Artigo:

Previsão de descida de juros torna mais atractivo indexar crédito à Euribor

Para as simulações, foi considerado um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um "spread" de 0,7%. A taxa fixa usada foi facultada pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) e corresponde ao valor praticado na última semana de 2008. No caso da taxa variável, foi usada a média mensal da Euribor a seis meses, de Dezembro (que é o valor de referência para as revisões de Janeiro), e o valor dos juros negociados pelos bancos entre si para Junho de 2009 (referência para Julho). A conclusão é que, se as condições se mantiverem, a taxa variável torna-se menos dispendiosa.


Como estão as Taxas Fixas a cinco anos


O Negócios pediu aos cinco maiores bancos os valores das taxas fixas a cinco anos aplicadas na última semana de 2008 aos créditos para aquisição de casa. Eis os valores para as instituições que responderam.


Um comentário:

Tiago Esteves disse...

Definitivamente, andas a visitar vezes demais o meu blogue :D

Já agora, deixa-me aproveitar para esclarecer uma coisa que esse artigo não refere. Para quem vai pedir futuramente um empréstimo, não será assim tão certo que a taxa variável seja a mais vantajosa. Isto porquê? Porque com a queda da Euribor, os bancos tenderão a aumentar as suas margens de lucro (i.e. os spreads), o que resulta numa taxa variável real significativamente acima da euribor.
Já na taxa fixa existe mais clareza, menos margem de manobra para os bancos aumentarem as suas margens de lucro. No fundo, eles correm um risco enorme ao propor essas taxas, risco que poderá não ser compensado. E o prejuízo do banco seria em benefício do cliente, neste caso. O ideal seria subscrever uma taxa fixa quando se começarem a vislumbrar os primeiros sinais de recuperação económica (=subida euribor). Até lá, a taxa fixa tenderá a acompanhar a queda das taxas variáveis, embora de forma mais suave. Por enquanto, o melhor mesmo é analisar caso a caso e banco a banco, já que as grandes diferenças a partir de agora vão residir nos spreads.

Ah, mas isto só acontece depois de se conseguir o empréstimo, o que vai ser muito complicado. Mas é melhor deixar isso para outra vez, que o comentário já vai longo:)

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